o coração, quando a tarde cai – e tudo é ameno e agradável, até mesmo a melancolia – estranha e inquieta; ele, que tem a capacidade de conter tudo (até o que não deve), de ficar enorme, de guardar gestos e palavras e olhares e voz para ficar nos fazendo lembrar depois desses detalhes que nos reacende a luz nos olhos, dói nessa mesma capacidade de ficar cada vez menor, bem pequenininho, e com toda a dor do mundo dentro.
1 01UTC fevereiro 01UTC 2011
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